terça-feira, 17 de setembro de 2024

Na rua vazia, o silêncio é rei, O céu escurece, um véu de breu. As plantas na parede, como um jardim suspenso, Guardam a vida, em cada galho denso. A cidade dorme, em um respiro quieto, Edifícios se erguem, em um toque concreto. O caminho deserto, convida a andar, Entre sombras e luzes, o vento a soprar. Palmeiras vigiam, em fila alinhada, Sob nuvens pesadas, uma tarde nublada. Em cada esquina, um segredo a se revelar, E a vida segue, um eterno caminhar.


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