domingo, 22 de setembro de 2024

Nas águas verdes que não navegam, A barca repousa serena e tranquila, Memória dos mares que abraça o vento, Testemunha de jornadas à deriva. Seu casco azul rasga o céu de Praia Grande, Ecoando histórias de pesca e bravura, Agora estática, é guardiã da costa, Vigia dos sonhos, em sua moldura. Embora não siga mais as ondas, Em sua quietude guarda o desejo, De quem olha e vê a aventura, E em silêncio sente o ensejo.


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