No coração da cidade,
um jardim vertical se ergue,
verdejante e indomado,
um sopro de natureza
entre o concreto e o asfalto.
Cada planta, uma história,
enlaçada na teia urbana,
resistindo ao tempo,
ao vento e à rotina,
em uma dança silenciosa.
O céu acima, azul e claro,
observa este mural de vida,
um lembrete sutil
de que a natureza
sempre encontra um caminho.
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