No fim do dia, um banco solitário, vigia o horizonte tingido de dourado. Os passos levam à areia, ao santuário.
O céu escurece, revelando um mistério, a praia se aquieta, em silêncio velado. O sol se despede, um brilho etéreo.
Aqui, a vida pausa por um segundo, um convite ao olhar, ao sentir profundo. No encontro do dia e da noite, o mundo.
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