quinta-feira, 5 de setembro de 2024

O céu escurece, denso, pesado, Traz consigo a promessa de tempestade. Enquanto a praia, ainda povoada, Se curva à grandeza dessa imensidade. Os prédios, erguendo-se ao fundo, Parecem minúsculos frente ao poder, De nuvens que dominam o mundo, E em breve farão a chuva descer. E, mesmo assim, a vida continua, Entre guarda-sóis e bicicletas no chão, Pois na iminência do caos que flutua, Ainda pulsa o calor da estação.


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