O céu escurece, denso, pesado,
Traz consigo a promessa de tempestade.
Enquanto a praia, ainda povoada,
Se curva à grandeza dessa imensidade.
Os prédios, erguendo-se ao fundo,
Parecem minúsculos frente ao poder,
De nuvens que dominam o mundo,
E em breve farão a chuva descer.
E, mesmo assim, a vida continua,
Entre guarda-sóis e bicicletas no chão,
Pois na iminência do caos que flutua,
Ainda pulsa o calor da estação.
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