O céu pesado toca o mar,
No horizonte, uma linha tênue de luz.
Pés descalços deslizam na areia molhada,
Enquanto o tempo parece se diluir.
O crepúsculo encontra a escuridão,
Sem pressa, sem som,
E as silhuetas caminhantes
Desenham poesias no infinito.
Cada passo na maré rasa
É um eco de vida,
Num mundo que sussurra
Seus mistérios em cada onda.
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