quinta-feira, 5 de setembro de 2024

O céu pesado toca o mar, No horizonte, uma linha tênue de luz. Pés descalços deslizam na areia molhada, Enquanto o tempo parece se diluir. O crepúsculo encontra a escuridão, Sem pressa, sem som, E as silhuetas caminhantes Desenham poesias no infinito. Cada passo na maré rasa É um eco de vida, Num mundo que sussurra Seus mistérios em cada onda.


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