Vidro espelhado,
reflete o mundo ao redor,
prédios e palmeiras
fundem-se em um só,
num jogo de luz e sombra.
O banco vermelho espera,
testemunha silenciosa
do vai e vem da cidade,
um convite ao descanso
no meio da pressa urbana.
O céu espia curioso
através do vidro frio,
num abraço de nuvens e concreto,
onde o real e o refletido
se encontram e se confundem.
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