A região da Baixada Santista registrou as primeiras confirmações de mpox em 2026. Até o momento, a cidade de Santos confirmou dois casos da doença, ambos ocorridos ainda no mês de janeiro. No estado de São Paulo, o número total de infectados já chega a 44 registros neste ano.
DETALHES DOS CASOS EM SANTOS
Os pacientes diagnosticados são dois homens, com idades entre 25 e 35 anos. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Santos, ambos apresentaram sintomas característicos, como febre, astenia (fraqueza) e lesões na pele. Os pacientes passaram por tratamento sintomático, apresentaram boa evolução clínica e já são considerados curados.
SITUAÇÃO NAS OUTRAS CIDADES DA REGIÃO
Embora Santos tenha as confirmações, outras prefeituras da Baixada Santista se manifestaram sobre o cenário epidemiológico atual:
Sem registros: Cubatão, Bertioga, Peruíbe, São Vicente e Mongaguá informaram que não tiveram casos confirmados de mpox em 2026 até agora.
Praia Grande: A cidade mantém o monitoramento ativo e realizou recentemente capacitações com profissionais da rede municipal para identificação e manejo da doença, garantindo que as Unidades de Saúde da Família (Usafas) estejam preparadas para o atendimento.
SINTOMAS E PREVENÇÃO
A mpox é transmitida principalmente pelo contato físico direto com pessoas infectadas (lesões de pele e secreções) ou materiais contaminados.
Principais sintomas:
Erupções cutâneas ou feridas (especialmente no rosto, mãos, pés e área genital).
Febre e dor de cabeça.
Inchaço nos gânglios (ínguas).
Dores musculares e nas costas.
As autoridades recomendam evitar o contato próximo com pessoas que apresentem lesões suspeitas e não compartilhar objetos de uso pessoal, como toalhas e talheres. Caso surjam sintomas, a orientação é procurar a unidade de saúde de referência do seu bairro imediatamente.
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