segunda-feira, 2 de setembro de 2024

Erguem-se as torres ao céu azul, Emoldurando a cidade que pulsa, Na quietude de uma manhã de sol, Onde o concreto encontra a calma da rua. Os olhares capturados pela câmera fria, São testemunhas silenciosas do cotidiano, Onde a modernidade observa e vigia, Num cenário urbano, vibrante e humano. E ali, na esquina, a arte resiste, Entre formas que desafiam o tempo, Como um lembrete sutil e insistente, De que a cidade é feita de movimento.


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