No encontro do concreto com a natureza,
Onde curvas e retas se abraçam,
Nasce uma dança de sombra e luz,
Que em silêncio, nos abraça.
O verde escuro esconde mistérios,
Enquanto a vegetação ao pé do muro,
Sussurra segredos ao vento etéreo,
Num cenário tão simples quanto puro.
O caminho que se desenha à frente,
Nos convida a seguir sem pressa,
Enquanto o muro, imponente e presente,
Guarda histórias que o tempo confessa.
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