Canoas descansam na areia fria,
Sob o manto de nuvens, em calmaria.
A montanha, silenciosa, observa,
O vai e vem da vida que a reserva.
No horizonte, o céu encontra o verde,
Em um abraço que o tempo não perde.
O mar, distante, chama em sussurros,
E a paz se espalha entre os muros.
Remoterapia, diz o nome pintado,
Como quem busca, na água, o sagrado.
E na quietude dessa paisagem singela,
Encontra-se a alma, tranquila, bela.
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